sexta-feira, 15 de agosto de 2014

ELEIÇÃO: Festa da democracia!

Passou-se o maior e mais esperado evento do mundo: COPA! É chegado então o outro grande evento: O processo eleitoral! Este, pode ser encarado a partir de várias opiniões, sejam positivas ou negativas. O que espera-se no final de tudo é que o Brasil e o povo brasileiro fiquem bem. Será que só esperar é a solução?

Há quem diga que política não presta, que é suja e não leva à lugar algum, no entanto, esta opinião é um grande equívoco. Quase tudo que há nesta vida, do chão que pisamos à energia que chega a nossa casa, envolve política. Esta moça (política) é belíssima, pois ela é o instrumento de mudança da sociedade. É por meio da política que ajudamos os mais necessitados a superar seus problemas e a tornarem-se independentes. É por meio dela que mudamos o país onde vivemos!


Negar o processo eleitoral como forma de libertação do povo é não compreender o quão importante é a opinião e a participação da sociedade para a mudança dos rumos da Nação através do voto!

É verdade que as eleições hoje são compostas por uma série de atitudes que entristecem e desanimam a população, no entanto, é diante dessas atitudes que devemos fazer a nossa parte, não apenas votando, mas participando ativamente do processo eleitoral, seja candidatando-se, seja ajudando a eleger aqueles que estão mais próximos das nossas opiniões.

Corre hoje uma grande discussão no Brasil sobre a mudança do modo de fazer política. É através da Reforma Política que poderemos acabar com os maus vícios que boa parte dos candidatos têm hoje. Faz-se necessário então, apoiar uma candidatura que defenda uma Reforma Política Democrática.

Mudar é possível! O Brasil pode e deve se tornar melhor do que já é! O que está em jogo nesta eleição de 2014 é se nosso país avançará ou retrocederá. Está decisão está nas mãos de todos nós, brasileiros.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

UBES, a esperança de um mundo novo!

É com muito orgulho que vejo hoje, a UBES – União Brasileira dos Estudantes Secundaristas – completar 66 anos de história de luta, em defesa dos estudantes e da soberania brasileira!

Nascida a partir da necessidade da organização dos movimentos “secundas” em uma só entidade, a UBES veio para fortalecer a luta e a representação estudantil em 25 de julho de 1948.

Reconheço a importância e a necessidade de todos os movimentos sociais, mas vejo na UBES o marco da renovação da sociedade, pois ela é a porta de entrada para a imensa maioria da juventude brasileira na luta por um mundo melhor.

Todo jovem têm uma tendência a buscar o novo, a revoltar-se com o que há de errado na sociedade e uma característica forte dos secundas é não guardar dentro sí esse sentimento e “declarar guerra a quem fingi lhe amar!”. É encantadora a beleza do brilho nos olhos e da inquietação perceptível ao entrar numa sala de aula e chamar um estudante pra fechar uma avenida! É uma tremenda rebeldia consequente!

E foi com esse sentimento que a UBES contribuiu com grandes conquistas para o Brasil. Foi assim na luta contra a Ditadura Militar, nas “Diretas Já!”, nas lutas por Passe Livre Estudantil e Garantia da Meia Entrada, na conquista da reserva de vagas!

Sem dúvida, a melhor conquista que a UBES nos traz é a consciência que desperta nos estudantes da necessidade de cada um participar ativamente da construção de um país melhor. Orgulho-me por ter participado de uma geração que após ocupar muitas avenidas, fazer várias Blitz no Congresso Nacional e conversar muito com os estudantes, conquistou 50% do Fundo Social do Pré-Sal e 75% do Royalties do petróleo para a educação brasileira. Orgulho-me também por ter ajudado na conquista que foi a aprovação do PNE; plano avançado e que garantiu 10% do PIB para a educação, proposta que foi bravamente defendida pela UBES no último periodo.

Não tenho dúvida que muitas batalhas virão pela frente e que esta grande entidade trará muito mais conquistas aos estudantes e ao povo brasileiro.


Vida longa à União Brasileira dos Estudantes Secundaristas! 

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Alagoas pode melhorar, só depende de você!!!

Nos últimos anos, Alagoas tem obtido um dos mais baixos indicadores sociais do Brasil. Acredito que isso é resultado da forma como se faz política no estado. Infelizmente, Alagoas é hoje, palco de disputas entre famílias pelo poder. É fácil notar essa situação (lastimável) se observarmos a composição da nossa Assembleia Legislativa, do Poder Judiciário, e os prefeitos das cidades e suas árvores genealógicas. 

Hoje, Alagoas tem cerca de 62% de sua população vivendo na pobreza e é um dos estados que menos se desenvolvem no Brasil. Em contra partida, é também um estado onde prevalece a concentração das riquezas nas mãos de poucos. 

Acredito que a possível solução para o Estado de Alagoas é uma política de acompanhamento e incentivo aos pequenos agricultores, de forma que aumentem suas capacidades de produção e diversifiquem o mercado agrícola, proporcionando também a possibilidade de compra à população. 

Acredito também que Alagoas deve investir pesado na educação. O estado precisa formar pessoas capacitadas para planejar o seu desenvolvimento. Temos hoje, além da UFAL, duas Universidades Estaduais, a UNCISAL, que forma profissionais da saúde e a UNEAL, que forma professores. Infelizmente, essas duas universidades vivem um grande descaso. A UNEAL, por exemplo, sobrevive com cerca de 3 milhões/ano, valor que mal dá pra custear o prédio da universidade. 

O governo precisa também valorizar o ensino médio e fundamental. Nos últimos anos Alagoas tem ocupado o último lugar no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Temos hoje escolas que não têm laboratórios para auxiliar na formação dos estudantes, professores mal capacitados e atitudes que atacam a gestão democrática.


Alagoas é um estado que tem grandes riquezas naturais e um potencial enorme pra se desenvolver e isso é uma missão de todos alagoanos. O primeiro passo para esse salto que o estado pode dar, é a população prestar bastante atenção em quem votará nas eleições de 2014. É fundamental renovar a nossa Assembleia Legislativa e derrotar este grupo que está à frente do governo do estado hoje. 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Bolsa família, esmola ou direito da sociedade?



Instrumento de muitos debates, seja no parlamento, seja nas ruas. Há quem chame de esmola, há quem diga que é um direito do cidadão.

Em meu dia-a-dia converso e debato sobre variados temas com as mais variadas pessoas. São várias opiniões diferentes, convergentes, enfim... Sei que vivemos em um país democrático e todos temos direito de expressar nossas opiniões, mas, uma coisa é opinar outra coisa é degradar.

Fui questionado sobre o Programa Bolsa Família e antes mesmo que eu respondesse me disseram que o mesmo (Bolsa Família) não passava de uma esmola... Instrumento de compra de voto. Bom, acredito que há uma disparidade entre esse ponto de vista e o objetivo real do programa.

O BF (Bolsa Família) é um programa de transferência direta de renda que beneficia famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza. O programa integra o Brasil sem Miséria (Programa do governo federal que visa superar a situação de extrema pobreza da população). O Bolsa família garanti o direito à alimentação, educação e saúde a mais de 13 milhões de famílias, ou seja, mais de 40 milhões de brasileiros. É direito de o cidadão ter acesso à educação, saúde e moradia digna, o problema é que somos vítimas de um sistema político que tira esses direitos da população e faz com que algumas pessoas estabilizadas financeiramente achem a pobreza uma coisa normal. 

Vejamos,

Esmola é uma pequena quantia de dinheiro dada a um pedinte por caridade. O BF não é dado por caridade, muito pelo contrário, ele é garantido pela Constituição e é mais que obrigação do Estado pelo menos enquanto vivermos nessa sociedade vítima da desigualdade social.

Compra de votos ocorre quando um candidato oferece um benefício em troca do voto. Se um beneficiado pelo BF decidir votar em candidato X porque este foi o responsável pelo programa, este é um direito do beneficiado e o mesmo (beneficiado) deve ser respeitado por sua decisão, pois, isso significa que ele sabe que políticas públicas é fruto de vontade política.
Sou a favor do Bolsa família e acredito que ele deve ser ampliado ainda mais. O BF é um dos responsáveis pela redução do índice da miséria no Brasil e isso deve ser comemorado!!!

Menos de 30% dos brasileiros são plenamente alfabetizados

Apenas 35% das pessoas com ensino médio completo podem ser consideradas plenamente alfabetizadas no Brasil e 38% da população com formação superior têm nível insuficiente em leitura e escrita. É o que apontam os resultados do Indicador do Alfabetismo Funcional (Inaf) 2011-2012, pesquisa produzida pelo Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa.

A pesquisa avalia, de forma amostral, por meio de entrevistas e um teste cognitivo, a capacidade de leitura e compreensão de textos e outras tarefas básicas que dependem do domínio da leitura e escrita. A partir dos resultados, a população é dividida em quatro grupos: analfabetos, alfabetizados em nível rudimentar, alfabetizados em nível básico e plenamente alfabetizados.

Os resultados da última edição do Inaf mostram que apenas 26% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada – mesmo patamar verificado em 2001, quando o indicador foi calculado pela primeira vez. Os chamados analfabetos funcionais representam 27% e a maior parte (47%) da população apresenta um nível de alfabetização básico.

“Os resultados evidenciam que o Brasil já avançou, principalmente nos níveis iniciais do alfabetismo, mas não conseguiu progressos visíveis no alcance do pleno domínio de habilidades que são hoje imprescindíveis para a inserção plena na sociedade letrada”, aponta o relatório.

O estudo também indica que há uma relação entre o nível de alfabetização e a renda das famílias: à medida que a renda cresce, a proporção de alfabetizados em nível rudimentar diminui. Na população com renda familiar superior a cinco salários mínimos, 52% são considerados plenamente alfabetizados. Na outra ponta, entre as famílias que recebem até um salário por mês, apenas 8% atingem o nível pleno de alfabetização.

De acordo com o estudo, a chegada dos mais pobres ao sistema de ensino não foi acompanhada dos devidos investimentos para garantir as condições adequadas de aprendizagem. Com isso, apesar da escolaridade média do brasileiro ter melhorado nos últimos anos, a inclusão no sistema de ensino não representou melhora significativa nos níveis gerais de alfabetização da população. “O esforço despendido pelos governos e população de se manter por mais tempo na escola básica e buscar o ensino superior não resulta nos ganhos de aprendizagem esperados. Novos estratos sociais chegam às etapas educacionais mais elevadas, mas provavelmente não gozam de condições adequadas para alcançarem os níveis mais altos de alfabetismo, que eram garantidos quando esse nível de ensino era mais elitizado. A busca de uma nova qualidade para a educação escolar em especial nos sistemas públicos de ensino deve ser concomitante ao esforço de ampliação de escala no atendimento para que a escola garanta efetivamente o direito à aprendizagem ”, resume o relatório.

A pesquisa envolveu 2 mil pessoas, de 15 a 64 anos, em todas as regiões do país.
Os quatro níveis de alfabetização identificados pelo Inaf 2011-2012 são: analfabetos (não conseguem realizar tarefas simples que envolvem leitura ainda que uma parcela consiga ler números familiares), alfabetizados em nível rudimentar (localizam uma informação explícita em textos curtos, leem e escrevem números usuais e realizam operações simples, como manusear dinheiro). Há também os alfabetizados em nível básico, que leem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo com pequenas inferências, leem números na casa dos milhões e resolvem problemas envolvendo uma sequência simples de operações. Por fim, os alfabetizados em nível pleno, que leem textos longos, analisam e relacionam suas partes, comparam e avaliam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas, mapas e gráficos.


Fonte: Carta Capital

" De 2003 pra cá, o Governo Federal quase que quadruplicou os investimentos em educação, mas acredito que está tendo uma mal distribuição por parte dos setores responsáveis. O aumento de investimentos tem que resultar em qualidade de ensino e inovação, seja na esfera federal, estadual ou municipal.
  Acredito que ainda temos esse alto nível de analfabetismo, justamente por isso, porque as escolas precisam se tornar mais atraentes para os estudantes. Precisamos de uma nova forma de ensino; aulas mais dinâmicas, com debates, leitura e interprertação coletiva, professores que exijam trabalhos de forma oral e por aí vai. Precisamos investir em uma escola que force os estudantes a raciocinar."
                                                                                                     Dário Rosalvo

LDO aprovada prevê salário mínimo de 667,75 reais para 2013

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada nesta quarta-feira (17) no plenário do Congresso Nacional, prevê, entre outros pontos, que em 2013, o valor do salário mínimo será de R$ 667,75. Atualmente, o valor é de R$ 622. O texto vai agora à sanção da presidente da República, Dilma Rousseff.


Os parlamentares fizeram um esforço concentrado para votar as Medidas Provisórias pendentes e poder entrar na votação da LDO. É que o Congresso só pode entrar em recesso após a sua aprovação. Com isso, o recesso começa oficialmente nesta quarta-feira (18) e vai até o dia 31 de julho.

O texto aprovado também abriu brechas para a inclusão de reajustes salariais de servidores públicos no Orçamento do ano que vem. O texto final não traz regras, mas acrescentou um dispositivo que autoriza, de forma genérica, a inclusão de recursos para atendimento de reajustes salariais.

Processo


Enviada ao Congresso em 13 de abril, a LDO tem como base para concessão do aumento a política de reajuste do salário mínimo aprovada pelo Legislativo. A lei estabelece que o reajuste tem como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

Pelas previsões do cenário econômico contidas no texto da LDO, o crescimento do PIB brasileiro será de 4,5% este ano e de 5,5%, em 2013. A estimativa é superior à ultima previsão feita por analistas do mercado financeiro. Segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (16), a expectativa do mercado é de expansão do PIB em torno de 1,9% este ano e de 4,1% no ano que vem.

Na justificativa da LDO, o Executivo argumenta que as políticas socais, como os programas de transferência de renda e a política de valorização do salário mínimo, têm contribuído para o desenvolvimento econômico.

Superávit


Além do reajuste do mínimo, a LDO prevê superávit primário do setor público consolidado de 3,1% do PIB, dos quais a União (orçamentos fiscal e da seguridade social) contribuirá com 2,15% e os estados e municípios, com 0,95%.

A LDO orienta a elaboração e execução do Orçamento anual, das alterações tributárias, dos gastos com pessoal, da política fiscal e das transferências da União. Depois da aprovação da LDO, o Executivo tem até o dia 31 de agosto para encaminhar ao Congresso o Projeto de Lei Orçamentária (LOA). O documento estima as receitas que o governo espera arrecadar durante o ano e fixa os gastos a serem feitos.

 

Fonte: Vermelho

quinta-feira, 14 de junho de 2012

CCJ do Senado aprova o fim de coligações proporcionais




A aprovação do fim das coligações nas eleições proporcionais na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nesta quarta-feira (13), é inadequada. A avaliação é do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), que é contra medida. Ele explica que o Senado decidiu acabar com as coligações nas eleições para deputados (federais e estaduais) e vereadores e manteve a regra para as eleições majoritárias – senadores, prefeitos, governadores e Presidente da República.


Ele avalia ainda que a matéria deve aguardar para ser votada em Plenário. Isso porque existe um acordo entre os líderes partidários e a Presidência da Casa de que matérias de cunho eleitoral devem esperar para que as discussões sobre o assunto – reforma eleitoral – avancem na Câmara. Todas as matérias sobre o tema, que foram aprovadas no Senado, foram engavetadas na Câmara.

A proposta precisa ser votada pelo Plenário do Senado, onde precisa ser aprovada em dois turnos de votação antes de ser encaminhada para a Câmara dos Deputados.

O relator da matéria na CCJ do Senado, Valdir Raupp (PMDB-RO), rejeitou todas as emendas contrárias ao fim das coligações proporcionais – duas do próprio Inácio Arruda e outras duas dos senadores Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

Emendas rejeitadas

Raupp recusou as duas emendas apresentadas por Inácio Arruda. Uma delas deixava a critério dos partidos a adoção e escolha do regime de coligação, sem obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas de âmbito nacional, estadual, distrital e municipal. A outra assegurava aos partidos políticos a livre escolha na formação de coligações eleitorais, tanto nas eleições proporcionais quanto nas majoritárias.

O relator rejeitou também a emenda da senadora Vanessa Grazziotin para suprimir a expressão “exclusivamente nas eleições majoritárias” prevista no artigo primeiro da proposição. Seu objetivo era manter a possibilidade de coligações para esses dois regimes de eleitorais: proporcional e majoritário.

E rejeitou ainda a emenda de Valadares que previa a possibilidade de agregação das legendas em torno de uma federação de partidos. O senador por Sergipe já havia apresentado emenda semelhante quando da primeira votação da proposta na CCJ, também rejeitada na ocasião.

A PEC é fruto dos trabalhos da comissão especial de reforma política do Senado e tramitava em conjunto com a PEC de iniciativa do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), que também pretende proibir coligações partidárias nas eleições proporcionais. 



Fonte: Vermelho


"Acredito que é um absurdo o fim das coligações proporcionais, pois, isso é uma jogada de alguns grandes partidos pra se favorecerem ainda mais. As coligações proporcionais ajudam os pequenos partidos a elegerem seus candidatos, nem todo partido consegue construir uma chapa própria. Precisamos nos unir e pedir que o plenário do Senado vete essa proposta. Os pequenos partidos também precisam de espaços pra colocarem suas opiniões.
É na política que será decidido os rumos do nosso país, então precisamos da pluralidade de pensamentos nas câmaras municipais, câmara federal e assembleias legislativas."
Dário Rosalvo