terça-feira, 26 de abril de 2011

Candidato a reitor da Ufal, Eurico Lobo fala em desafios para a futura gestão

Reproduzo excelente entrevista do meu candidato a Reitor da UFAL professor Eurico Lobo concedida ao Cada Minuto:

São 32 anos de dedicação exclusiva ao ensino, à pesquisa e a extensão como professor, pesquisador e gestor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Com mestrado e doutorado em Química feitos na França, Eurico Lobo jamais perdeu o foco no desenvolvimento de Alagoas.

Atual vice-reitor, dividindo a vitoriosa gestão da Ufal com reitora Ana Dayse Rezende Dorea, o professor agora parte para mais um desafio: suceder a reitora no comando da Universidade a partir do final de 2011.
Nesta entrevista ao Cada Minuto, o já candidato a reitor fala sobre sua candidatura. Confira:

Cada Minuto: Por que ser reitor da Ufal?

Eurico Lobo: Para consolidar as conquistas da atual gestão e para garantir ainda mais avanços para Alagoas por meio da expansão, com qualidade, da Ufal.

Os últimos anos foram tempos crescimento e de interiorização da Universidade, de contratação de mais de 700 professores e do alcance da marca de mais de 23 mil estudantes em mais de 80 cursos só de graduação, incluindo a educação a distância. Este trabalho precisa não somente continuar. Ele precisa ser incrementando, agregando ainda mais energia e agilidade à gestão da Universidade.

Como atingir estes objetivos?

Fazendo com que as conquistas dos últimos 8 anos não sejam descontinuadas e imprimindo ainda mais a marca da modernização, da transparência e da ousadia que fez a Ufal, por exemplo, chegar ao sertão e ao agreste de Alagoas com 27 cursos de graduação, atendendo a quase 6 mil alunos.

Quando assumimos a Ufal em dezembro 2003 o desafio era gigantesco, pois faltava pessoal, faltava motivação e os recursos para investimentos eram mínimos. Hoje o cenário é diferente, muito já foi conquistado e, acima de tudo, hoje nosso grupo está ainda mais preparado para fazer a Ufal continuar a se desenvolver.

Quais as principais conquistas da gestão atual?

São inúmeras. Muitas vezes quem chega agora à Ufal não tem este comparativo, mas é preciso que ele seja traçado. Hoje nós temos obras concluídas e em andamento com construções de salas de aula e laboratórios de ensino e de pesquisa.

Temos uma biblioteca climatizada e com acervo atualizado. A nova residência universitária e novo restaurante universitário estão em construção. Temos a Ufal instalada no interior. Realizamos inúmeros concursos para docentes e técnicos administrativos.

O Reuni trouxe investimentos concretos para a Universidade. A assistência estudantil foi em muito incrementada, com aumento considerável no número de bolsas e outros meios de assistência para nosso alunado. Para se ter uma idéia, hoje quase 3.200 estudantes da Ufal recebem algum tipo de assistência estudantil, seja bolsa ou auxílio financeiro. No começo de nossa gestão tínhamos somente pouco mais de 300 estudantes beneficiados com estas bolsas ou auxílios.

O que precisamos é manter estes ganhos e avançar ainda mais. O projeto da Ufal para reverter os indicadores sociais de Alagoas está só no começo. Qualquer alteração nesta trajetória vai fazer com que voltemos aos indicadores anteriores de uma Universidade sem interlocução com a sociedade.

Mas há também críticas com relação a alguns atrasos em obras, à violência no campus e outros problemas do cotidiano acadêmico...

Criticas todas necessárias, pertinentes, que vem sendo alvo de trabalho intenso da gestão, com soluções concretas apresentadas a nossa comunidade. Problemas que são causados pela burocracia, como alguns atrasos em obras, ou pela violência que assola nosso estado e que faz da Ufal mais uma vítima, porque realizamos um investimento muito grande em sistemas de vigilância e combate à criminalidade no campus.

Mas mesmo assim podemos afirmar sem receio que nossa candidatura representa seguir em frente, com um trabalho que vem dando muito certo. Tenho certeza que a comunidade acadêmica saberá distinguir nosso trabalho e nosso compromisso acadêmico.

Toda a gestão da Ufal está unida em torno de nossa candidatura, sem contar os inúmeros apoios que recebemos de estudantes, técnicos, professores e entidades de classe. Também temos recebido apoio das principais lideranças políticas, intelectuais, sociais e empresariais de nosso estado.

          http://naldofreitas.blogspot.com 

Câmara Federal terá Frente da Juventude

Grupo de parlamentares será responsável pela proposição e discussão de políticas públicas e o Estatuto da Juventude
.
Será instalada na próxima quarta-feira (27), às 9h30, a Frente Parlamentar em Defesa da Juventude, na Câmara dos Deputados O grupo terá como objetivo promover amplo debate sobre as políticas públicas de juventude, em seus aspectos éticos, morais, técnicos, científicos e, em especial, os relativos aos direitos e garantias fundamentais. O presidente da frente parlamentar, deputado Domingos Neto (PSB-CE), afirma que será prioridade a votação do Plano Nacional da Juventude e do Estatuto da Juventude (PLs 4530/04 e 4529/04). Também está na agenda seminário nacional sobre direitos humanos para os jovens e combate ao crack.

Domingos Neto afirma que a frente será dividida em coordenações temáticas, que vão discutir assuntos como as reformas política e tributária, a participação da frente na Política Nacional de Direitos Humanos e o fortalecimento da Secretaria Nacional de Juventude e das políticas públicas para a juventude no governo federal.

Para a instalação da frente, foram convidados o presidente do Conselho Nacional da Juventude, Gabriel Medina; a secretária nacional da Juventude, Severine Macedo; além de representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), da Central Única das Favelas (Cufa) e da Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje).

A mesa da frente parlamentar será composta por Domingos Neto e pelos deputados Alexandre Leite (DEM-SP), Bruna Furlan (PSDB-SP), Gabriel Guimarães (PT-MG), Hugo Motta (PMDB-PB), Jhonatan de Jesus (PRB-RR), Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) e Ronaldo Fonseca (PR-DF).

A instalação será realizada no auditório Freitas Nobre (anexo 4 da Câmara).

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Servidores da Educação estadual vão parar por 72 horas

Categoria deliberou pela paralisação de advertência de três dias a partir da próxima segunda-feira (18)



Servidores da Educação estadual iniciam na próxima segunda-feira (18) uma paralisação de advertência de 72 horas em protesto contra a propostra dereajuste salarial de 5,91% feita pelo governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) na última sexta-feira (8). A categoria rejeitou a oferta, em assembleia realizada no Clube Fênix Alagoana, em Jaraguá, nesta quarta-feira (13).






Um ato em frente à sede da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte, na segunda-feira, vai marcar o começo da suspensão das atividades. De acordo com a secretária de formação sindical do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), Girlene Lázaro, após os três dias de interrupção das atividades, os servidores decidirão se vão deflagrar greve por tempo indeterminado. “O Sinteal convocou os trabalhadores da Educação de todo o estado”, ressaltou Girlene.






A secretária explicou ainda que a pauta desta assembleia, que contou com aproximadamente 1.500 servidores oriundos de diversas regiões de Alagoas, foi o reajuste salarial concedido aos servidores estaduais. Ela lembrou que, em virtude da recusa do reajuste, a categoria ainda busca possível negociação. “A medida foi insatisfatória. O governo não nos paga nem o piso nacional, que é lei federal”, complementou Girlene Lázaro.


Fonte: www.gazetaweb.com

Lula rebate FHC e diz que 'todos brasileiros são do povão'

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu em Londres, nesta quinta-feira (14), as recentes declarações de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso. Em artigo publicado nesta semana, FHC escreveu que se os tucanos continuarem tentando dialogar com o "povão", acabarão "falando sozinhos". Na opinião dele, o PSDB deve investir "nas novas classes médias".



Na Europa para cumprir agenda no Reino Unido e na Espanha, Lula rebate artigo de FHC
Para Lula, as afirmações foram incompreensíveis. "Eu, sinceramente, não entendi o que ele quis dizer. Nós já tivemos políticos que disseram preferir cheiro de cavalo do que de povo. Agora, tem um ex-presidente que fala para não ficar atrás do povão, esquecer o povão", disse o petista, citanto declaração do general João Batista Figueiredo, o último presidente durante a ditadura militar.

Lula foi além, e disse: "Não sei como alguém que estudou tanto, depois diz que quer esquecer do povão. O povão é a razão de ser do Brasil. E do povão fazem parte a classe média, a classe rica, os mais pobres, porque todos são brasileiros".

Oposição

O ex-presidente afirmou que o PT saiu ainda mais fortalecido das últimas eleições e que isso está incomodando a oposição. No entanto, ressaltou que isso faz parte do processo democrático e lembrou que também já esteve do lado enfraquecido. "O governo não engoliu a oposição. O que aconteceu é que ele saiu mais forte do processo eleitoral. Mas isso é assim mesmo. Eu já fui oposição com apenas 16 deputados. Ou seja, também já fui pequeno", destacou.

Lula declarou ainda que "a oposição precisa saber que o povo brasileiro não aceita mais uma oposição vingativa, com ódio, negativista. O que o povo brasileiro quer é gente que pense com otimismo no Brasil. Afinal de contas, a gente conquistou um ponto de auto-estima que não pode recuar mais. E é isso o que a oposição não compreende".

Discurso

O antecessor de Dilma Rousseff discursou nesta manhã na capital do Reino Unido para investidores e acionistas do Grupo Telefonica. Durante o evento, Lula destacou as oportunidades de investimento na América do Sul e o desempenho da economia brasileira nos últimos anos.

Sobre a escalada da inflação, o ex-presidente disse não estar preocupado e destacou que a meta de 4,5% estabelecida em seu governo prevê margem de erro de dois pontos para cima ou para baixo. "Por isso estamos dentro da meta e a presidenta Dilma já tomou as medidas para controlá-la. Não tenho medo que a inflação volte", garantiu.

Lula deixa a capital britânica no início da tarde de hoje com destino a Espanha. No país, ele recebe o prêmio Libertad na sexta-feira. Na sequência, terá encontros privados com o presidente do Grupo Telefonica, Cesar Alierta, e com o primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero. Ele fica em Madrid até sábado e vai acompanhar a partida entre Real Madrid e Barcelona, no estádio Santiago Bernabéu, pelo Campeonato Espanhol. O ex-presidente embarca de volta para o Brasil na mesma noite.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Dilma, 100 dias: oposição admite estar perdida com o novo governo

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) conclamou semana passada, da tribuna do Senado, toda a oposição a se unir para promover um “choque de realidade” no país. A tarefa se revela ambiciosa diante do estado em que se encontram os principais partidos oposicionistas, PSDB e DEM.
Mais do que superar crises internas e o distanciamento entre eles, tucanos e “demos” avaliam que precisam renovar não só o discurso, mas a forma de agir. O diagnóstico é que o estilo discreto e cauteloso da presidente Dilma Rousseff desarmou a oposição. Após três meses de gestão, líderes de PSDB e DEM concluíram que a fórmula usada pela oposição no governo Lula não surtirá efeito com a sua sucessora.

Com o ex-presidente, as duas legendas se acostumaram a fazer uma oposição mais reativa do que ativa, surfando basicamente nos discursos polêmicos de Lula. Ele tinha uma agenda de eventos intensa, aparecendo em público quase diariamente, o que propiciava aos oposicionistas pautas suficientes para fazer o enfrentamento com o governo.

Com Dilma, a fonte secou. As poucas aparições públicas e os discursos comedidos e sem improviso, que estão virando a marca da presidente, reduziram a voz da oposição. Tida como um trator quando ministra, Dilma não mudou a essência de seu estilo. Mas a dura campanha presidencial e a vitória nas urnas, com a formação de uma base aliada ainda maior que a de Lula, lhe deram uma combinação de traquejo e segurança política.

Poucos nomes no meio político, sobretudo na oposição, imaginavam que Dilma seria capaz de demonstrar tal desenvoltura – pelo menos tão cedo. “Ela adotou discrição, o que dificulta o trabalho da oposição e funciona como uma blindagem para a presidente. O Lula dava mais ganchos para a oposição”, reconhece o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR).

“Lula era 24 horas por dia no palanque. Já a Dilma tem um perfil menos eleitoreiro, o que faz com que esse embate da oposição com o governo tenha que mudar de característica”, reforça o líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA).

O presidente do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE), também avalia que a atuação de Dilma – “mais discreta, reservada, que não se vulgariza, e não apela para a demagogia” – tem atrapalhado a atuação da oposição. Segundo Guerra, PSDB e DEM não estão esfacelados, mas diminuídos. “Agora temos que lidar com uma presidente que fala pouco. O Lula adubava nosso discurso.”

A ordem é fiscalizar

A preocupação da oposição é encontrar uma nova fórmula para recuperar espaço. Por ora, o entendimento, unânime, é que o caminho para sobreviver será fazer um trabalho sério de fiscalização do governo. Na tribuna do Senado, quarta-feira passada, esse foi um dos chamamentos de Aécio.

“Em relação ao governo, temos como obrigações básicas: fiscalizar com rigor, apontar o descumprimento de compromissos com a população, denunciar desvios, erros e omissões e cobrar ações que sejam realmente importantes para o país”, discursou o mineiro.

É nesse contexto que o DEM prevê lançar na próxima terça-feira, na liderança do partido na Câmara, um “promessômetro” da gestão Dilma. O painel mostrará as promessas feitas na campanha eleitoral e em que pé estão a sua execução.

A iniciativa é inspirada no “impostômetro” de São Paulo, que mede a carga tributária e alimenta os discursos da oposição. “A fiscalização mais rigorosa das ações do governo é o caminho para não deixar que esse estilo da Dilma amarre a oposição”, resume Álvaro Dias.

O passo adiante

Para o deputado federal Rui Falcão (PT-SP), a mudança no governo Dilma é tênue, mas existe. Segue uma linha de continuidade com alterações de rota, do mesmo modo que o segundo mandato de Lula não foi igual ao primeiro.

Depois da expansão do Bolsa Família como “vetor” de distribuição de renda e de aquecimento do mercado interno, o passo agora é o da erradicação da pobreza extrema, anunciada por Dilma em seu discurso de posse; de um programa de “água para todos” (saneamento básico) ao estilo do Luz para Todos, e da redução das desigualdades de gênero, com políticas públicas voltadas para as mulheres, após a primazia do combate às desigualdades regionais e sociais na era Lula.

Fonte: vermelho.org.br

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Comemoração aos 89 anos do PCdoB na Câmara de Maceió



O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) deu início hoje às comemorações dos 89 anos da sigla, em uma sessão solene que teve início às 16h na Câmara Municipal de Maceió. A data foi representativa: 25 de março é a data da fundação do partido em 1922. Na ocasião, militantes e dirigentes do partido falaram sobre conjuntura atual e lembraram história de luta a favor da democracia brasileira.
Estiveram no plenário da casa legislativa, além de integrantes do PCdoB, representantes do PT, PSol, PDT e Pátria Livre, além dos vereadores Sílvio Camelo (PV), primeiro secretário da Câmara, e o presidente, Galba Novaes (PMN), que abriu a sessão com um discurso de reverência à história do Partido Comunista em Alagoas.

“Este é um momento muito importante. Já tivemos importantes representantes do PCdoB na Câmara, a exemplo de Jarede Viana, Ênio Lins e Eduardo Bomfim, que deram o exemplo de luta e compromisso com a sociedade alagoana. Agradeço em nome de todos os vereadores a escolha desta casa para a realização desse ato histórico que é o aniversário do PCdoB”, ressaltou. Com sua saída em função de outro compromisso, o vereador pelo PCdoB, Marcelo Malta, passou a presidir a sessão.

Compuseram a mesa, também, o presidente estadual do partido, Eduardo Bomfim, o membro da direção nacional do PCdoB e do Instituto Maurício Grabois, Sérgio Barroso, o advogado Gilberto Irineu, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AL), a presidente do diretório municipal de Maceió, Mirelly Câmara, o membro da direção estadual da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Sinval Costa, o prefeito de Satuba, Cícero Ferreira – o Titor –, a diretora estadual da União Nacional dos Estudantes (UNE), Cláudia Petuba, e o vereador Sílvio Camelo (PV).

O primeiro a se dirigir à tribuna foi Eduardo Bomfim, que fez duras críticas aos baixos índices de desenvolvimento humano alagoanos. “Alagoas vive um estado de calamidade pública. É o estado com maior índice de violência do país, por ausência da segurança pública e ausência de um estado que proteja os cidadãos. Na saúde existe uma situação gravíssima. Também em relação ao saneamento, enfim, a estrutura do estado alagoano é muito precária, embora seja inegável que aqui se produz muita riqueza. O problema de Alagoas não é a riqueza, mas a sua concentração nas mãos de poucos”, denunciou.

O presidente do PCdoB em Alagoas também falou dos planos do partido para 2012 e a posição da sigla sobre alguns pontos da Reforma Política, atualmente discutida no Congresso Nacional. “O PCdoB tem um projeto político no Brasil e em Alagoas. E esse é permanecer e avançar nas Prefeituras e Câmaras de vereadores, formando alianças com os partidos democráticos e progressistas, em defesa de uma vida digna para os trabalhadores e o povo alagoano”, anunciou. Sobre a Reforma, defendeu o financiamento público das campanhas eleitorais e criticou o voto distrital, elementos que, segundo ele, estão ligados diretamente ao peso do poder econômico na escolha de representantes políticos.

A análise da realidade nacional foi feita por Sérgio Barroso, que defendeu o apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT), porém, pressionando para que ocorram avanços principalmente na política econômica, considerada nociva para o país. Ele também reforçou o compromisso do PCdoB com o caminho para o socialismo. “Nós não acreditamos que o capitalismo tenha condições de resolver os problemas da humanidade”, sentenciou.

Gilberto Irineu leu uma nota que, segundo ele, foi escrita com base no que relataram a ele diversos membros da direção da OAB/AL. “A caminhada do PCdoB no Brasil se confunde com as lutas sociais e democráticas. As grandes causas do país, especialmente nas últimas décadas, sempre se valeram da atuação do PCdoB, que passou a atuar na linha de frente da sociedade brasileira, em defesa das liberdades e do estado democrático de direito. O PCdoB tem sido até hoje exemplo, como na luta contra a ditadura e pela democracia”, elogiou

Marcelo Malta foi o último a ocupar a tribuna. Ele lembrou que o PCdoB é o partido mais antigo do Brasil, ainda em atividade, e se disse honrado em representar o partido na Câmara. “Essa sessão tem um marco histórico na sociedade alagoana. Estamos transmitindo, para toda a cidade de Maceió, as nossas contribuições para a história. E hoje observamos que um partido tão antigo está repleto de jovens. O que isso quer dizer? Que ele conseguiu acompanhar o seu tempo e formular sua visão de mundo levando em conta sua experiência”.

A sessão foi transmitida ao vivo pela TV Câmara, disponível através de TV a cabo, e deverá ser reprisada posteriormente. Ocorrerão atividades especiais em comemoração aos 89 anos do PCdoB ainda em abril, e as homenagens seguem por todo o ano no país, até o próximo dia 25 de março, quando o partido atingirá o marco dos 90 anos de vida.


De Maceió, Sumaia Villela.

UJS-Alagoas se mobiliza para Congresso da UNE


Reunião define nova diretoria estadual da entidade e acerta o plano de ação para fortalecer o Movimento "Transformar o Sonho em Realidade".

A União da Juventude Socialista de Alagoas reuniu-se no último final de semana, 26 e 27 de março, na cidade de Marechal Deodoro, berço da república, para realizar seu curso estadual de formação. Também ocorreu a plenária estadual para discutir, entre outras questões, a campanha do 52° Congresso da UNE. O curso contou com cinco aulas e os 43 jovens socialistas de diversas cidades do estado puderam debater e aprofundar seus conhecimentos sobre o marxismo-leninismo e a realidade do Brasil e de Alagoas.

Após o encerramento do curso no domingo, com a aula do Presidente Estadual do PCdoB Eduardo Bomfim, foi realizada a plenária estadual da UJS. Nela, foi debatida a necessidade de fortalecer a atuação da organização no Movimento Estudantil, especialmente o universitário, sendo tarefa de toda UJS construir uma vitoriosa campanha com o movimento “Transformar o Sonho em Realidade” ao Congresso da UNE. Sendo assim, foi discutido e aprovado o plano de mobilização para o congresso.

A plenária também realizou alterações na composição da direção estadual, com quatro novos membros: Daiane Correia, Dário Rosalvo, João Carlos e Urbano Santos. Alguns companheiros saíram da direção para poderem desenvolver novas tarefas na sociedade, levando a combatividade que sempre tiveram e deixando o legado da construção e do fortalecimento da UJS enquanto uma organização revolucionária da juventude.

Após a homenagem de despedida da direção da UJS à Mirelly Câmara, Mariana Tenório, Maria Luiza e Jorge Fernando, foi definida a composição da nova direção estadual: Lindinaldo Freitas (Naldo) – presidente; Hugo Cavalcante – Sec. Organização; Cláudia Petuba – Dir. Comunicação; Rafael Cardoso – Sec. Formação; Daiane Correia – Dir. ME Secundarista; Anahí Bezerra – Diversidade Sexual; Jaffia Alves – Jovens Mulheres; Júnior Pinheiro – Jovens Trabalhadores; Laudemmy Layon; Leila Dias; Maria Lucyelma; Silvia Oliveira; Urbano Santos; Dário Rosalvo e João Carlos.

Por Cláudia Petuba, da UJS Alagoas.